Ventos nostálgicos
sopram ao ouvido
Revelam sem
querer o segredo da noite perdida
Pedi asilo em casa do inimigo
A insegurança
e a falta de tom…
Concluiu um
soneto sentido e amigo
Grita
mulher, não fiques esquecida
Recordo
agora em nós o presente
Vejo em ti
mais que uma velha amiga
Reconheço em
ti esse dom
Condeno em
mim o tempo em que estive ausente
Regresso dentro de mim…
E nada me
fala nada
Sinto-me
perdido e a sufocar
Respiro em ti
o meu ar
Abre essas asas, deixa-me sonhar
Fecho em ti os meus
olhos e a sorrir
Deixa-me sentir de
novo o teu transpirar
Deixa-me sentir de novo a ressuscitar...
... em ti!
... em ti!
CFonseca
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