quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Talvez o último pensamento do ano...

Quanto mais o tempo passa, mais falta sinto do tempo passado!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Natal 2011

Hoje recordei tempos passados, embora sem sorrir, recordei!
Hoje lembrei-me de ti, com saudade com muita saudade de ti me lembrei!
13 anos depois parece que foi ontem, ontem o passado que a terra engoliu!
9 anos depois parece que foi ontem, um passado enfim... um passado presente em mim!
7 anos depois parece que foi ontem, onde a noite se esconde e se esconde atrás de mim!
quase 3 anos depois e parece que foi hoje que te levaram para longe e tão perto de mim!

Um Feliz Natal

sábado, 19 de novembro de 2011

Hoje

Passados presentes futuros,
medo do sentido das palavras
que trazem ouvidos surdos
esse coração tão cheio de nada
e já sem esperança sai para a rua
numa luta árdua e crua
numa luta solteira sem culpa
covarde... o medo de acordar
o passado presente e por fim o futuro.

Não teme a dor,
teme sim a vida sem amor,
não sente a dor,
sente as palavras que não foram ditas
o orgulho marcado sem querer
essa posição, de tão estúpida
que os encantos escondidos foram a sombra
dessa noite sombria sem sol
desse dia cinzento sem lua...

Teme ... teme que um dia se lembre
do quanto esquecido foi ... suas vidas

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Crónicas

O Beijo...




Olharam-se nos olhos e disseram… que lindos olhos tens!
Baixaram os olhos e disseram … fdx são os sapatos da tua mãe
Elevaram um pouco e pensaram … será o caminho marítimo para a India?
Finalmente o beijo e descobriram … o mau hálito que cada um tem!

Pontos de vista...

O frio faz-se sentir cada vez mais e a chuva teima em me surpreender quando saio de casa. Trabalhar na rua dá-nos mais liberdade, em cada porta, uma cara nova, por vezes um sorriso, uma reclamação, uma necessidade e uma realização. Passam-se as horas, solas de sapatos vão-se despindo aos poucos e o frio vai-se apoderando de mim cada segundo que passa… Nunca valorizei tanto um café quente como nestes últimos dias, quando há 2 semanas pedia uma água fresca.

Coisas do tempo, que o tempo tem e teima em nos surpreender pelo excesso ou defeito, dependendo dos pontos de vista…

sábado, 15 de outubro de 2011

sábado, 1 de outubro de 2011

Lixo Humano

Detesto pessoas hipócritas e que embrenham pelos ouvidos.

Esses gajos (as)... são uma MERDA!



Falsos.... fdx

domingo, 25 de setembro de 2011

O dia nasceu

O dia nasceu,
Distraído e obsessivo
Com o ideal
De iluminar o meu caminho
Sentir o meu sorriso
Ou a minha frustração
Sentir o teu sorriso
Dentro do meu coração

Quero acompanhar
Caminhando lado a lado
Sei que a minha sombra
Não me deixa isolado
Quero respirar
A tua alegria
E ressuscitar em nós
As nossas fantasias

A noite já é dia
E agora consciente
De viver a vida
De uma forma diferente
Vou acompanhar
 E ajudar
A descodificar
Esse labirinto

Novos caminhos
A percorrer
Vou tentar
Habilitar-te
Para um desconhecido que possa surgir
Caminhamos lado a lado
Sem te abandonar

Vou-te amar, estou a amar,
                O amor está em nós, tal e qual como és.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Um blog quase esquecido...

O Facebook tira-me o pouco tempo que tenho enfrente ao pc. Eu até era contra estas cenas mas... os jogos e o msn la dentro ocupam-me.

Peço desculpa ao meus leitores e prometo que em breve terão novidades.


Promessas que nada têm a haver com as Coelho lol


Até já

domingo, 31 de julho de 2011

São momentos


São momentos que dão vida à escrita,
Sempre solta em sentimentos perdidos
Na imensidão da noite escura
Onde se esquecem os ruídos

São momentos, que me trazem esses olhares
Na vida definidos como os definitivos
Para me ver sorrir… por vezes chorar
Para te sentir sorrir sentada a recordar

Momentos? São a nostalgia de cada gesto teu
A percorrer o corpo meu
Liberta-me… liberta-me… traz de volta o meu eu
Prende-me à vida como eu me prendo a ti!

Momentos? São o marcar de uma hora
O sentir cada segundo no meu peito
Esse tambor alcalino que não quer parar por mais que lhe peça
Excita cada movimento teu em mim o reflexo
De um rio deitado em seu leito,
A saudade desse teu gesto

Beijo-te
CF

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O email mais realista que já recebi ... até à data

*Já não adianta discutir o aborto agora. *

*Os políticos já nasceram!...*

sábado, 9 de julho de 2011

09/07/2011

Há passados que não se esquecem
há verdades escondidas nas sobras que me acompanham
talvez sejam fruto da vida, nem sempre amiga, por vezes amarga
talvez momentos, resultados inacabados dos sonhos que todos sonham.

CF

domingo, 3 de julho de 2011

Momentos

Quase

Uma noite quase sem sono,
uma vontade de quase sonhar,
Esta noite um pouco perdida,
este sonho à beira mar!
Não sei o que aqui faço sentado a escrever,
são 4 da manhã, sinto o corpo a tremer
Só sei que sim, estive quase,
sim tão perto de adormecer!

Onde se escondem as cores à noite?

sábado, 2 de julho de 2011

E o Povo Pá?

Tenho saudades de ver e sentir o povo manifestar-se. Por onde andaram os Homens da Luta? Os geração à rasca? será que se estão na JSD?

Quando tiver tempo continuo este texto mas no entretanto deixo-vos uma frase de uma música.

Aguenta-te com esta

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Luís de Camões



Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Camões

Desejo amante

Elmano, de teus mimos anelante,
Elmano em te admirar, meu bem, não erra;
Incomparáveis dons tua alma encerra,
Ornam mil perfeições o teu semblante:

Granjeias sem vontade a cada instante
Claros triunfos na amorosa guerra:
Tesouro que do Céu vieste à Terra,
Não precisas dos olhos de um amante.

Oh!, se eu pudesse, Amor, oh!, se eu pudesse
Cumprir meu gosto! Se em altar sublime
Os incensos de Jove a Lília desse!

Folgara o coração quanto se oprime;
E a Razão, que os excessos aborrece,
Notando a causa, revelara o crime.

Bocage

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Flor Bela Espanca



A vida é sempre a mesma para todos: rede de ilusões e desenganos. 
O quadro é único, a moldura é que é diferente.

domingo, 19 de junho de 2011

Dispersão

Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.

Passei pela minha vida
Um astro doido a sonhar.
Na ânsia de ultrapassar,
Nem dei pela minha vida...

Para mim é sempre ontem,
Não tenho amanhã nem hoje:
O tempo que aos outros foge
Cai sobre mim feito ontem.

(O Domingo de Paris
Lembra-me o desaparecido
Que sentia comovido
Os Domingos de Paris:

Porque um domingo é família,
É bem-estar, é singeleza,
E os que olham a beleza
Não têm bem-estar nem família).

O pobre moço das ânsias...
Tu, sim, tu eras alguém!
E foi por isso também
Que te abismaste nas ânsias.

A grande ave doirada
Bateu asas para os céus,
Mas fechou-as saciada
Ao ver que ganhava os céus.

Como se chora um amante,
Assim me choro a mim mesmo:
Eu fui amante inconstante
Que se traiu a si mesmo.

Não sinto o espaço que encerro
Nem as linhas que projecto:
Se me olho a um espelho, erro -
Não me acho no que projecto.

Regresso dentro de mim
Mas nada me fala, nada!
Tenho a alma amortalhada,
Sequinha, dentro de mim.

Não perdi a minha alma,
Fiquei com ela, perdida.
Assim eu choro, da vida,
A morte da minha alma.

Saudosamente recordo
Uma gentil companheira
Que na minha vida inteira
Eu nunca vi... mas recordo.

A sua boca doirada
E o seu corpo esmaecido,
Em um hálito perdido
Que vem na tarde doirada.

(As minhas grandes saudades
São do que nunca enlacei.
Ai, como eu tenho saudades
Dos sonhos que não sonhei!...)

E sinto que a minha morte -
Minha dispersão total -
Existe lá longe, ao norte,
Numa grande capital.

Vejo o meu último dia
Pintado em rolos de fumo,
E todo azul-de-agonia
Em sombra e além me sumo.

Ternura feita saudade,
Eu beijo as minhas mãos brancas...
Sou amor e piedade
Em face dessas mãos brancas...

Tristes mãos longas e lindas
Que eram feitas p'ra se dar...
Ninguém mas quis apertar...
Tristes mãos longas e lindas...

Eu tenho pena de mim,
Pobre menino ideal...
Que me faltou afinal?
Um elo? Um rastro?... Ai de mim!...

Desceu-me n'alma o crepúsculo;
Eu fui alguém que passou.
Serei, mas já não me sou;
Não vivo, durmo o crepúsculo.

Álcool dum sono outonal
Me penetrou vagamente
A difundir-me dormente
Em uma bruma outonal.

Perdi a morte e a vida,
E, louco, não enlouqueço...
A hora foge vivida
Eu sigo-a, mas permaneço...





Mário de Sá Carneiro

Meu coração tardou


Meu coração tardou. Meu coração
Talvez se houvesse amor nunca tardasse;
Mas, visto que, se o houve, houve em vão,
Tanto faz que o amor houvesse ou não.
Tardou. Antes, de inútil, acabasse.

Meu coração postiço e contrafeito
Finge-se meu. Se o amor o houvesse tido,
Talvez, num rasgo natural de eleito,
Seu próprio ser do nada houvesse feito,
E a sua própria essência conseguido.

Mas não. Nunca nem eu nem coração
Fomos mais que um vestígio de passagem
Entre um anseio vão e um sonho vão.
Parceiros em prestidigitação,
Caímos ambos pelo alçapão.
Foi esta a nossa vida e a nossa viagem.

                   Fernando Pessoa


ONE

http://www.youtube.com/watch?v=8JjQGt7WjK0&feature=feedf

domingo, 5 de junho de 2011

AGORA E SEMPRE


SOCIALISTA ATÉ MORRER

OUTRA VEZ????





Agora é que eu digo ... E O POVO PÁ? E O POVO PÁ?

sábado, 4 de junho de 2011

sábado, 30 de abril de 2011

Pensamento "Dúvidas"

Quando as certezas num copo de vinho
ressuscitam a verdade
Bebesse o alento nesse copo vazio
deixam-se de lado o passado e as saudades.

sábado, 16 de abril de 2011

Cansaço

Sinto, o final cada vez mais próximo,
estou cansaço da vida de farsa,
de ser palhaço enfrente a um público.
Sinto, como se fosse, noite de Carnaval,
onde o EU invade a mata,
para esquecer o suplicio.

Narro, sem um sorriso no que escrevo
do cansaço que me aprisionou
do não me poder libertar das algas de um rio
Das lágrimas, que um dia chorei
por alguém que não mereceu
Voltei a ser EU, dO EU que nunca esqueceu!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

SUspiro

A vida é marcada pela indiferencia da diferença
Quando a diferença marca a diferença
Algo em nos suscita na marca da verdade
Da amizade da lealdade que guardamos como o passar da nossa idade
O passado ensina-nos a viver
A marcar parágrafos da nossa existência
Por vezes sobreviver ou mudar rumos
Da aprendizagem de uma vida que nos fez vencer
Venço cada dia que passa com a indiferença da minha presença
Com a presença dessa minha diferença
Indiferenciada pela minha existência
Pelos danos causados de uma vida
Que em mim transportei
Talvez em ti descarreguei
Talvez… talvez blá blá blá…
Talvez sejas  tu, a mulher que um dia amei!

domingo, 3 de abril de 2011

sábado, 12 de março de 2011

A Luta Continua

Basta um basta para mostrar a insatisfação da situação em que vivemos;
Basta um basta para a precariedade;
Para a falta de verdade;
Para termos de volta a nossa liberdade!

Precisamos de um novo rumo, Exigimos um futuro mais justo.


Nas Próximas eleições...



segunda-feira, 7 de março de 2011

Promessa de PAI

A minha mão vai-te ajudar a vencer.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quando a teoria não é real


Já tentei ganhar asas e voar
Saltar para ti e senti-me cair
Confiar no REDBULL e sorrir
Desesperado, vi o chão cada vez mais próximo
Certo é que acabei junto de ti
Quase sem vida, suspirei de emoção


REDBULL … não te dá asas…

sábado, 22 de janeiro de 2011

Asperger

 

A vida é feita de pequenos momentos. Ajudem estas crianças, futuros adultos da nossa sociedade.


Para mais informações consultem http://www.apsa.org.pt/

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Pontos


Quantos pontos preciso de unir para teu corpo definir
Quantos pontos posso apagar sem que esses se possam notar
Quantas curvas posso traçar sem a perfeição atingir
Quantas dunas posso desenhar e recordar um abraço eterno entre a praia e o mar.

Quantas vozes se podem ouvir vindas de alto mar
Quantos corpos perdidos andam a naufragar
Quantos pensamentos voam sem cair
Quantas vezes se cai, quantas vezes nos dói sem sentir

Respostas de perguntas inacabadas
Presentes num cenário de uma noite prestes
A começar, a acabar com um sonho
Em que cresci, vivi e com ele vou acabar

Talvez um dia alguém possa perguntar
Quantos pontos para me definir
Talvez ainda mudo possa responder
Que a minha imagem é o dia em que a lua vi nascer!

Jogo perverso


Quando o tempo se transforma na sombra da verdade
O oculto ser que transporto, transborda para outra margem
Guiando-se pelas forças de uma corrente no Douro
À deriva deixa seu corpo seguir sem medo de se perder no teu mar

Sargaço, pedras, rochedos, hipotermia vai evitando
No manifestar de seu corpo quente que deixa seu rio caldo
Perdido, inconsciente náufraga
Na vontade e no desejo de uma praia encontrar

Ao longe um anjo que o tenta ajudar
A distância para seus braços não o consegue alcançar
No braço de uma guitarra percorre cada nota
E deixa que se oiça, a música de sua vida … Jogo Perverso