quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Vadia...


Ás vezes tento ser... conduzo enganado e fecho os olhos
com o medo de te ver... e confundir-te num gole de cerveja...
Ás vezes abro o meu livro e vejo, leio a minha história
Essa auto estrada de vida percorrida nem sempre foi uma vida vadia,
vadia ... a nostalgia que me abraçou... vadia a lua que me chamou...
Vadia... a água que me banhou... vadia... essa noite escura e fria!

CF

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