Solto pela cidade tento ser,
Sentir a minha verdade...
Solto e embriagado
absorvo poesia
Como sangue envenenado!
Como um sangue maltratado
Com sabor de alegria!
Solto, sem papel quase morro
Como uma caneta sem tinta
Que precisa de se exprimir
Tal como eu, sem voz se cala
E guarda, as memórias até serem esquecidas
Nessa tela borratada
Pelo sorriso perdido, pela lágrima caída!
CF
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