São mais do que as palavras,
Que tenho que escrever
Para poder desenhar
O teu rosto e sem saber
Desses abrigos,
Desses refúgios afinal
Não sou só eu a escrever
Quantas as fogueiras sem lenha ficaram por arder!
Eu preciso de encontrar
Essa página perdida
Que voa com o tempo
Ao sabor desse vento
Que trás poesia
O som da guitarra
Diz-me onde te escondes
Não te consigo ver
São mais que as palavras,
Que te queria dizer
São mais que sentimentos
Nunca se vão perder
Por onde andas?
Quais são sombras que vês em ti
Lança e grita que não sou só eu a escrever
Das fogueiras e da lenha esquecida…,
…sem ninguém para aquecer!
Carlos Fonseca 18 de Março de 2012
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