Sinto, o final cada vez mais próximo,
estou cansaço da vida de farsa,
de ser palhaço enfrente a um público.
Sinto, como se fosse, noite de Carnaval,
onde o EU invade a mata,
para esquecer o suplicio.
Narro, sem um sorriso no que escrevo
do cansaço que me aprisionou
do não me poder libertar das algas de um rio
Das lágrimas, que um dia chorei
por alguém que não mereceu
Voltei a ser EU, dO EU que nunca esqueceu!
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