Morro lentamente,
ao nascer do dia!
Descanso ao relento,
vejo-me numa utopia
Sinto imensa fome
do sorriso que não vejo!
Presa a uma imagem
reflectida nesse espelho!
Tento seguir,
sair e respirar.
Tento sentir,
o que tento decifrar
Não quero ver,
o cair de um anjo
Tão desamparado
a morrer sobre o seu manto...
... e a sorrir!
CFonseca